Conforme o Manual Técnico para Diagnóstico da Sífilis, do Ministério Saúde, o laboratório que inicia o processo de diagnóstico da doença pelo Fluxograma 2 (Diagnóstico laboratorial reverso de sífilis baseado em testes imunológicos automatizados), deve seguir determinados procedimentos.
Com relação a esse tema, considere os procedimentos abaixo.
I - Iniciar o exame com um teste treponêmico e, se o resultado deste exame for Não Reagente, liberar o resultado imediatamente como amostra Não Reagente para Sífilis, não sendo necessária a confirmação por outro método.
II - Iniciar o exame com um teste treponêmico e, se o resultado deste exame for Reagente, realizar um segundo teste não treponêmico. Caso este segundo teste for Reagente, liberar imediatamente o resultado como amostra Reagente para Sífilis.
III - Iniciar o exame com um teste treponêmico e, se o resultado deste exame for Reagente, realizar um segundo teste não treponêmico. Caso este segundo teste for Não Reagente, realizar um terceiro teste treponêmico com metodologia diferente do primeiro teste treponêmico realizado. Se o resultado deste terceiro teste for Reagente, liberar o laudo como amostra Reagente para Sífilis. Mas, se o resultado deste terceiro teste for Não Reagente, liberar o laudo como Não Reagente para Sífilis.
IV - Iniciar o exame com um teste treponêmico e, se o resultado deste exame for Não Reagente, confirmar este resultado solicitando uma nova amostra, submetendo esta nova amostra a um teste não treponêmico. Se o resultado desta nova amostra for Não Reagente, liberar como amostra Não Reagente para Sífilis.
Quais estão de acordo com o Manual Técnico acima mencionado?