Acerca da perícia em locais de morte por arma de fogo, assinale a alternativa INCORRETA.
O número de disparos efetuados no local, entre outros elementos, pode permitir a diagnose diferencial entre suicídio e homicídio. A grande maioria dos suicídios cometidos por arma de fogo apresentam um único disparo, certeiro e fatal.
A hipótese de suicídio ganha robustez quando, em um revólver, a posição da munição deflagrada é condizente com o último disparo realizado. Por esse motivo, é recomendada a tomada fotográfica do tambor na posição em que se encontrava na arma.
Elementos relacionados a resíduos secundários do disparo de arma de fogo podem sugerir a distância, ainda que aproximada, do atirador em relação ao anteparo em que tais resíduos foram observados.
A presença da arma do crime no local, por si só, sugere o suicídio. Mas a arma de fogo deve também estar presente em casos de morte por disparo acidental ou, eventualmente, nos casos de homicídio em que o autor forja o local “plantando” a arma na tentativa de confundir a investigação.
Na morte acidental decorrente do disparo de arma de fogo em que o mecanismo de percussão foi acionado quando da queda da arma, é esperado que a trajetória e o trajeto do projétil sejam descendentes, já que, normalmente, o cano, no momento do disparo, está em posição mais alta que o ponto de impacto na superfície atingida.
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