Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: SAMAE Blumenau-SC
Desde o início da pandemia, muitas empresas têm se dedicado a desenvolver novos métodos de detectar a COVID-19, como um meio alternativo aos testes tradicionais feitos com o famoso cotonete no nariz. Já no último dia 8, um dispositivo da NASA criado inicialmente para ajudar a monitorar a qualidade do ar dentro das espaçonaves, chamado E-Nose, passou por algumas mudanças: o foco passou a ser a detecção do coronavírus.
O dispositivo funciona da seguinte maneira: medindo compostos orgânicos voláteis (gases produzidos quando há a infecção por um vírus, como o SARS-CoV-2, durante a respiração da pessoa infectada). A ideia, agora, é que o E-Nose passe por um teste de campo para a COVID-19, antes que comecem os testes clínicos. Caso os resultados sejam satisfatórios, a NASA pretende que seu dispositivo seja usado em supermercados, fábricas, aeroportos e diversos tipos de empresa, rastreando as infecções rapidamente.
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O E-Nose passou por algumas mudanças, sendo que agora o foco passou a ser a detecção do coronavírus por meio: