“Mediante essa experiência se põem uma pura consciência-de-si e uma consciência que não é
puramente para si, mas para um outro.(...) São essenciais ambos os momentos; porém, como de início
são desiguais e opostos, e ainda não resultou sua reflexão na unidade, assim os dois momentos soam
como duas figuras opostas da consciência: uma, a consciência independente, para a qual o ser-para-si é
a essência; outra, a consciência dependente, para a qual a essência é a vida, ou o ser para um Outro.
Uma é o senhor, outra é o escravo”.
(Hegel. Fenomenologia do Espírito,§ 189)
Hegel compreende a dialética do senhor e escravo como o modelo pelo qual a consciência se manifesta na história,
(Hegel. Fenomenologia do Espírito,§ 189)
Hegel compreende a dialética do senhor e escravo como o modelo pelo qual a consciência se manifesta na história,