“Há alguns anos, em relato sobre o julgamento de Eichmann em Jerusalém, mencionei a “banalidade do
mal”. Não quis, com a expressão, referir-me a teoria ou doutrina de qualquer espécie, mas antes a algo
bastante factual, o fenômeno dos atos maus, cometidos em proporções gigantescas – atos cuja raiz não
iremos encontrar em uma especial maldade, patologia ou convicção ideológica do agente; sua
personalidade destacava-se unicamente por uma extraordinária superficialidade.
(Arendt, H. A dignidade da política: ensaios e conferências. Rio de Janeiro: RelumeDumará, 1993, p. 145)
Para Hannah Arendt, a banalidade do mal é uma noção fundamental no horizonte contemporâneo da filosofia política.
(Arendt, H. A dignidade da política: ensaios e conferências. Rio de Janeiro: RelumeDumará, 1993, p. 145)
Para Hannah Arendt, a banalidade do mal é uma noção fundamental no horizonte contemporâneo da filosofia política.