Quanto ao fluxo coronário, as evidências sugerem que
deve aumentar 50% a cada duplicação da pré-carga, que é o segundo determinante mais importante do consumo miocárdico de oxigênio, ficando atrás apenas da frequência cardíaca quando acima da faixa fisiológica.
subepicárdio e subendocárdio são regiões com consumo de oxigênio equivalente, mas o subendocárdio tem reserva coronária menor, o que explica em boa parte as isquemias subendocárdicas sob alto estresse miocárdico.
a sua autorregulação parece suportar mesmo pressões de perfusão bem menores do que 70 mmHg, o que garante fluxo coronário mesmo com as pressões obtidas por compressão torácica em parada cardiorrespiratória.
é menos exigido em faixas fisiológicas de variação, devido à vasta variabilidade da extração miocárdica de oxigênio, que pode ir dos 30 – 35% basais até mais de 80% em condições de hipóxia tecidual.
torna-se mais crítico nas condições de parada cardiorrespiratória, já que o simples consumo basal de oxigênio do miocárdio ainda se mantém ao redor de 60% do habitual em repouso mesmo na parada
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