Magna Concursos
2917836 Ano: 2007
Disciplina: Relações Internacionais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCU
A política exterior não é derivada, no Brasil, dos regimes políticos. Ao contrário dos assuntos domésticos do Estado-nação, ela tem certo traço de permanência. Esse argumento, no entanto, não merece ser endeusado. A continuidade em política externa não se impôs de forma natural nem foi resultado da intervenção do "divino direito dos reis". Houve oscilações e mudanças, histórica e socialmente determinadas por causalidades políticas, sociais e econômicas, que atuaram e continuam atuando na conformação da política externa do Brasil.
José Flávio Sombra Saraiva. Entre a retórica e o realismo: o peso da política exterior de Vargas a Lula (1954-2005). In: José Flávio S. Saraiva e Amado L. Cervo (Orgs.). O crescimento das relações internacionais do Brasil. Brasília: IBRI, 2005, p. 54 (com adaptações).

Ainda tendo o texto como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca das relações internacionais do Brasil com seus parceiros tradicionais e novos.

As relações do Brasil com o Oriente Médio são de eqüidistância pragmática, sem tomar partido nas querelas históricas, orientando-se pela dimensão multicultural e pacífica da convivência de descendentes dos povos daquela região no Brasil, sem ferir os interesses de brasileiros e de empresas brasileiras que lá atuam.
 

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