De acordo com Sidney Chalhoub, em seu livro “Trabalho, lar e botequim”, o Rio Janeiro de 1906 era a única cidade brasileira com mais de 500 mil habitantes. Esta população, extremamente heterogênea, contava com 34% de pretos e mulatos e 34% de imigrantes, dentre os quais 20% eram portugueses. Todos eles engrossavam as fileiras do “trabalho livre”. (CHALHOUB, Sidney. Trabalho, lar e botequim: o cotidiano dos trabalhadores no Rio de Janeiro da belle époque. São Paulo: Unicamp, 2008). Sobre esse contexto histórico, é correto afirmar: