
Para descobrir o índice de refração de determinado vidro, o pesquisador moldou vários prismas de seção transversal tipo triângulo retângulo. De um prisma para outro, variava um dos ângulos agudos, até que achou um, de ângulo !$ \alpha !$, que fazia com que um raio de luz monocromática entrando perpendicular a uma de suas faces “cateto” sofresse reflexão total na próxima face interna do prisma a ser atingida, a face “hipotenusa”. O pesquisador notou que o ângulo !$ \alpha !$ correspondia ao exato limiar de desaparecimento de raios externos à face “hipotenusa”.
O índice absoluto de refração do ar vale !$ n_{ar} \cong 1 !$. Considere os demais prismas usados nas mesmas condições acima, mas com ângulo na base !$ \beta \neq \alpha !$. O resultado do experimento, em relação ao índice absoluto de refração do vidro e demais verificações, foi que