Irene preta
Irene boa
Irene sempre de bom humor.
Imagino Irene entrando no céu:
— Licença, meu branco!
E São Pedro bonachão:
— Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.
(Libertinagem)
BANDEIRA, Manuel. (1886-1968). Irene no céu. Seleta em prosa e verso. Organização, estudos e
notas de Emanuel de Moraes. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. (Coleção Brasil Moço, v. 2, 1971)
Nos três primeiros versos do poema, há um processo de caracterização positiva da personagem Irene.