Nos primórdios da psiquiatria, na virada do século XVIII para o XIX, o diagnóstico de “idiotia” cobria todo o campo da psicopatologia de crianças e adolescentes. Logo, o termo “idiotia” pode ser considerado precursor não só da atual noção de retardo mental, mas também de psicoses infantis, esquizofrenia infantil e autismo (Bercherie, 1998). Hoje, há 2 manuais para profissionais da área da saúde mental, que listam diferentes categorias de transtornos mentais e critérios para diagnosticá-los. São eles: