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Ioga pode ser aliada no combate ao câncer de mama
Pesquisa mostra que a prática reduz hormônio relacionado
ao stress e atenua sensação de cansaço causada pelo
tratamento da doença
A prática de ioga pode ser aliada de mulheres submetidas ao tratamento contra o câncer de mama. De acordo com um novo estudo americano, a atividade melhora a qualidade de vida dessas pacientes, pois diminui os níveis de cortisol, hormônio relacionado ao stress – pesquisas já mostraram que essa redução está ligada a uma vida mais saudável e longeva.
“A ioga tem um grande impacto na sensação de bem-estar nas pacientes com câncer de mama – e isso as ajuda a enfrentar a doença”, diz Lorenzo Cohen, diretor do programa de medicina integrativa da Universidade do Texas e um dos autores do estudo, que foi publicado nesta terça-feira no periódico Journal of Clinical Oncology.
O estudo avaliou 163 mulheres com câncer de mama que estavam passando por radioterapia. Parte das voluntárias passou a praticar ioga uma hora por dia e três vezes por semana. Outras participantes foram orientadas a fazer, com a mesma frequência, aulas de alongamento. O restante não realizou nenhuma atividade.
Grupos — Durante seis meses, todas as pacientes mantiveram diários para relatar como se sentiam em relação à depressão e ao cansaço. Além disso, os pesquisadores coletaram, no início e no fim do estudo, amostras de saliva das mulheres para medir seus níveis de cortisol no corpo.
De acordo com os autores da pesquisa, entre todas as participantes, as mulheres que praticaram ioga foram as que apresentaram a maior redução nos níveis de cortisol. Elas também foram as únicas que relataram uma melhora em relação ao cansaço causado pelo tratamento.
“A ioga ajuda as mulheres com câncer de mama a descobrir melhor o seu corpo e a relaxar e a acalmar a mente”, diz Cohen. Para o pesquisador, as mulheres devem procurar o tipo de ioga que mais combina com elas antes de ingressar na atividade.
Redução do stress - meditar é mais repousante do que dormir. Uma pessoa em estado de meditação consome seis vezes menos oxigênio do que quando está dormindo. Mas os efeitos para o cérebro vão mais longe: pessoas que meditam todos os dias há mais de dez anos têm
uma diminuição na produção de adrenalina e cortisol, hormônios associados a distúrbios como ansiedade, déficit de atenção e hiperatividade e stress. E experimentam um aumento na produção de endorfinas, ligadas à sensação de felicidade. A mudança na produção de hormônios foi observada por pesquisadores do Davis Center for Mind and Brain da Universidade da Califórnia. Eles analisaram o nível de adrenalina, cortisol e endorfinas antes e depois de um grupo de voluntários meditar. E comprovaram que, quanto mais profundo o estado de relaxamento, menor a produção de hormônios do stress.
Este efeito positivo não dura apenas enquanto a pessoa está meditando. Um estudo conduzido pelo Wake Forest Baptist Medical Center, na Carolina do Norte, colocou 15 voluntários para aprender a meditar em quatro aulas de 20 minutos cada. A atividade cerebral foi examinada antes e depois das sessões. Em todos os pesquisados, foi observada uma redução na atividade da amígdala, região do cérebro responsável por regular as emoções. E os níveis de ansiedade caíram 39%. Para quem já está estressado, a meditação funciona como um remédio. Foi o que os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos descobriram ao analisar 28 enfermeiras do hospital da Universidade do Novo México, 22 delas com sintomas de stress pós-traumático. A metade que realizou duas sessões por semana de alongamento e meditação viram os níveis de cortisol baixar 67%. A outra metade continuou com os mesmos níveis. Resultados parecidos foram observados entre refugiados do Congo, que tiveram que deixar suas terras para escapar da guerra. O grupo que meditou ao longo de um mês viu os sintomas de stress pós-traumático reduzir três vezes mais do que as pessoas que não meditaram – índices parecidos aos já observados entre veteranos americanos das guerras do Vietnã e do Iraque.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/saude/ioga-pode-ser-aliada- no-combate-ao-cancer-de-mama
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com dígrafo vocálico.
 

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