Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 32 anos de idade, G2P1COA1, em uso de
anticoncepcional oral combinado em regime contínuo há seis
anos, compareceu à consulta ginecológica. Na ocasião, negou
comorbidades diagnosticadas e utilização de outras
medicações. Referiu estar sedentária em razão da rotina com
o trabalho e o filho pequeno e relatou dormir cerca de cinco
horas por noite. Informou ser casada há oito anos e sua
principal queixa foi a redução da libido. Por esse motivo,
acreditava necessitar de reposição de testosterona.