Em psicopatologia, a definição do que se considera como sendo normal ou patológico é algo bastante controverso. Trata-se, de acordo com Canguilhem (1978), em seu livro “O normal e o patológico”, de uma classificação resultante de opções filosóficas, ideológicas e pragmáticas do profissional. Com relação aos critérios de normalidade utilizados em psicopatologia, Dalgalarrondo (2008) destaca os seguintes: normalidade como ausência de doença, normalidade ideal, normalidade estatística, normalidade como bem-estar, normalidade funcional, normalidade como processo, normalidade subjetiva, normalidade como liberdade e normalidade operacional. A respeito desses critérios, é correto afirmar que