A atuação no campo da Saúde Mental, baseada no Movimento da Reforma Psiquiátrica, preconiza:
I. a construção da cidadania historicamente negada aos loucos;
II. a extinção do hospital psiquiátrico e seus similares e a criação de serviços substitutivos de assistência aos usuários e seus familiares;
III. a intervenção junto a comunidade, junto a cidade, de forma a criar condições favoráveis à reintegração do ex-paciente.