Leia o trecho a seguir:
“Tháyna Sisnande, professora substituta de Biotecnologia Farmacêutica e doutoranda em Química Biológica no IbQM – UFRJ (Instituto de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro), passou por uma experiência traumática. Dentre os 100 convidados do Brasil, Alemanha e outros países de um congresso, no Rio de Janeiro, a professora e sua colega de trabalho eram as únicas negras do local. O que Tháyna não esperava é ter que usar o mesmo elevador que a rede de hotéis Windsor reserva para transportar. Além disso, ouvir do gerente do hotel “não somos racistas, olhe os nossos funcionários.”
Disponível em: <https://www.revistaforum.com.br/
e-desumano-subir-junto-com-o-lixo-diz-professora-apos-passar-por-constrangimento-em-hotel-no-rio/> Acesso em: 19 fev. 2019.
Considerando-se os argumentos presentes no artigo “Como trabalhar com ‘raça’ em Sociologia” (GUIMARÃES, A. S. A. Como trabalhar com “raça” em sociologia. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 29, n. 1, jan./jun. 2003) sobre o conceito de “raça” e suas implicações na sociedade brasileira, é INCORRETO afirmar que