A historiografia contemporânea sinaliza para uma importante discussão sobre o "fascismo simbólico" e a "sacralização da política", contextualizando o nascimento desse estilo político no interior do contexto histórico do século XIX europeu, recorrendo aos rituais e mitos para ajudar a estabelecer um universo social ordenado. Este simbólico criaria os festivais, as propagandas, o culto a Duce e a consagração dos símbolos. A sacralização criaria valores com a fé, a crença e a obediência (PARADA, 2014 pág. 119).
Essa discussão trata de estruturas políticas que vigoraram no século XX.