A liberdade sartreana em nada equivale à vontade; pelo contrário, segundo Sartre, a vontade não é senão uma anunciadora do que a liberdade já escolheu: “Quando delibero, os dados já estão lançados. Quando a vontade intervém, a decisão já está tomada, e a vontade não tem outro valor senão o de anunciadora”. Considerando essas informações, julgue os itens a seguir.
I Conforme Sartre, o homem é livre, porque não é ele mesmo, mas a presença de si. O ser que é o que é não poderia ser livre.
II A liberdade é precisamente o nada, que é tendo sido no âmago do homem e obriga a realidade humana a fazer-se em vez de ser. Para a realidade humana, ser é escolher-se.
III Descreve a angústia como apreensão reflexiva da própria condição livre e indeterminável da consciência.
Assinale a alternativa correta.