Autores como Yolanda Guerra (1995) esclarecem que o Assistente Social, como profissional, deve se desligar da execução de ações tipificadas como instrumentais e espontâneas. Não obstante, a sua atuação deve ser mais qualificada frente à necessidade de desvelamento das expressões da questão social para além da sua manifestação cotidiana. Para tanto, espera-se que as respostas profissionais desejadas se sustentem: