Marilda Villela Iamamoto e Raul de Carvalho, ao apresentarem uma interpretação histórico-metodológica do Serviço Social no Brasil, no âmbito das relações sociais, evidenciam que a profissionalização do Serviço Social, em determinado contexto e época, provocou distanciamento das bases confessionais, até então referenciadas, corroborando, também, para o assalariamento dos assistentes sociais. Por sua vez, suas novas vinculações passaram a se relacionar com demandas “objetivamente determinadas pela relação de forças entre as classes fundamentais da sociedade”. Com base nesses argumentos, o que favoreceu a legitimação do Serviço Social brasileiro dentro da divisão social do trabalho?