A constatação da escola como uma organização no interior da qual a avaliação é um elemento constitutivo corresponde, por extensão institucional, à noção fulcral de que o professor – o agente escolar por excelência – é aquele que avalia. E a essa prática profissional de avaliação, cujos desdobramentos foram aprofundados por outros autores, também foram se associando a procedimentos e instrumentos que progressivamente se integraram a uma representação da escola que passou a presidir e orientar todo o processo pedagógico – talvez como o mais importante aspecto –, isto é, a escola como instituição disciplinadora de percursos individuais sancionados pelos resultados de suas avaliações, que, à primeira vista, seriam apenas meios de avaliação convertidos em rituais/ritos de passagem.
(Disponível em https://www.researchgate.net/publication/304450
348_Desafios_da_avaliacao_educacional_ensino_e_aprendizagem_com
o_objetos_de_avaliacao_para_a_igualdade_de_resultados. Adaptado.)
De acordo com o exposto, é possível inferir que se trata da avaliação com função: