O processo de formação de palavras por derivação
parassintética ocorre quando há o acréscimo simultâneo de
prefixo e sufixo a um radical, de modo que a retirada de um dos
afixos inviabiliza a existência da palavra na língua portuguesa,
como no exemplo de 'embarcar', onde tanto 'barcar' quanto
'embarco' não existem como palavras autônomas.