A participação dos terapeutas ocupacionais no debate sobre o processo de desinstitucionalização no campo da saúde mental, acompanhado da dinâmica dos movimentos sociais e das intervenções no âmbito territorial, impulsionou o repensar da profissão no campo social a partir de 1970, segundo Oliver e Barros(1999), e inseriu o eixo da cidadania na composição do escopo da visão do terapeuta ocupacional. De acordo com as autoras, com esta nova proposição espera-se que o profissional: