Santo Agostinho (354-430) e São Tomás de Aquino (1227 -1274) foram os maiores representantes da Filosofia Medieval. Cada qual pode em sua época, defender ideias que se tornaram bases conceituais do pensamento cristão.
Sobre estes filósofos, considere:
I. Repelido em meu esforço senti que as trevas de minha alma não me permitiam contemplar: experimentei a certeza da sua existência e infinitude, sem, contudo, estender-vos pelos espaços finitos e infinitos."
II. Parece-nos que a existência de Deus é evidente. Com efeito, denominamos verdades evidentes aquelas cujo conhecimento está em nós naturalmente, como é o caso dos primeiros princípios."
III. Vi claramente que todas as coisas boas podem, entretanto, se corromper, e não se poderiam corromper se fossem sumamente boas, nem tampouco se não fossem boas. Se fossem absolutamente boas seriam incorruptíveis, e se não houvesse nada de bom nelas, não poderiam se corromper."
IV. Não somos Deus, mas foi Ele quem nos criou. O homem interior conheceu esta verdade através do ministério do homem exterior. Eu, homem interior, dotado de uma alma, soube disso por meio dos sentidos de meu corpo."
V. Alguns, com efeito, acreditaram que Deus fosse um corpo. Mesmo que defendamos que todos entendem a palavra "Deus" neste sentido, isto não significa que representem a existência desta coisa como real e não como apenas uma representação mental."
Correspondem ao pensamento de Santo Agostinho, o que se afirma apenas em:
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