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1600540 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.

A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Caso a ventilação mecânica desse paciente estivesse no modo volume controlado com os seguintes parâmetros: volume total Vt = 410 mL; volume total expiração Vte = 410 mL; FR = 18 irpm; PEEP = 7 cm H2O; Ppico = 37 cm H2O; Pplatô = 30 cm H2O; fluxo = 40 Lpm; TI = 1,0s; I = E = 1:2; FiO2 = 0,5; pode-se afirmar que a complacência estática estaria menor que 30 mL/cm H2O.

 

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