Na avaliação de pacientes com IC grave, o transplante cardíaco deve ser a próxima estratégia terapêutica para:
mulher de 37 anos com IC de etiologia peripartum diagnosticada no segundo dia após parto, com fração de ejeção (FE) = 32%, em uso de dobutamina, atualmente em INTERMACS 3
homem de 62 anos com IC de etiologia isquêmica, FE = 26%, dispneia para tomar banho, em uso de cardiodesfibrilador implantável, bisoprolol, valsartana, empagliflozina e espironolactona
mulher de 28 anos admitida por miocardite aguda fulminante, com FE = 16%, em uso de milrinone, dobutamina noradrenalina e balão intra-aórtico no primeiro dia de internação, evoluindo com piora do choque a despeito do tratamento atual
mulher de 68 anos com IC secundária à cardiotoxicidade (antraciclina usada há 20 anos para tratamento de câncer de mama), com FE = 29%, dispneia em repouso, em uso de carvedilol, sacubitril-valsartan, dapagliflozina e espironolactona
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