A passagem da produção arquitetônica do final do século XIX é marcada pelo modernismo. Segundo Argan:
Sob o termo genérico Modernismo resume-se correntes artísticas que, na última década do século XIX e na primeira do Século XX, propõem-se a interpretar, apoiar e acompanhar o esforço progressista, econômico tecnológico, da civilização industrial. São comuns às tendências modernistas: 1) a deliberação de fazer uma arte em conformidade com sua época e a renúncia à invocação de modelos clássicos, tanto na temática como o estilo; 2) o desejo de diminuir a distância entre as artes “maiores” (arquitetura, pintura e escultura) e as “aplicações” aos diversos campos da produção econômica (construção civil corrente, decoração, vestuário etc); 3) a busca de uma funcionalidade decorativa; 4) a aspiração a um estilo ou linguagem internacional ou europeia. 5) o esforço em interpretar a espiritualidade que se dizia (com um pouco de ingenuidade e um pouco de hipocrisia) inspirar e redimir o industrialismo. (ARGAN, G. C. Arte moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. p. 185).
Em referência às tendências modernistas definidas por Argan, assinale a alternativa em que a manifestação da tendência é associada corretamente à produção em arquitetura e urbanismo.