O choque elétrico experimentado varia de um ser humano para outro e também de acordo com o gênero. A letalidade ocorre com menor valor de corrente em mulheres. A resistência apresentada à passagem de corrente elétrica depende de uma série de fatores, tais como: do caminho que ela percorre no corpo; do estado da pele, se com transpiração ou não; do diâmetro e do comprimento dos membros do corpo; do tipo da fonte elétrica, se alternada ou contínua; etc.
| Voltagem (V) | 10% | 90% | |
| até 150 | !$ 6.000 \Omega !$ | !$ 7.500 \Omega !$ | |
| 151 – | 500 | !$ 5.000 \Omega !$ | !$ 6.500 \Omega !$ |
| 501 – | 1.000 | !$ 3.500 \Omega !$ | !$ 5.000 \Omega !$ |
| 1.001 – | 5.000 | !$ 1.500 \Omega !$ | !$ 2.500 \Omega !$ |
| acima de 5.000 | !$ 500 \Omega !$ | !$ 1.000 \Omega !$ | |
Além disso, o corpo humano apresenta uma relação não linear com a voltagem aplicada. A tabela acima apresenta a resistência média de um circuito, formado de uma mão à outra, para pele seca e corrente alternada de 60 Hz, em função do percentual populacional. Por exemplo, 90% da população tem uma resistência de !$ 7.500\,\Omega !$ ou menos, se a tensão aplicada for de 127 V. Sabendo que uma corrente acima de 125 mA, de uma mão à outra, é potencialmente letal à média da população humana, podemos afirmar que: