Os três planos de corte fundamentais da madeira são o transversal, que é perpendicular ao eixo da árvore; o longitudinal radial, que é paralelo aos raios ou perpendicular aos anéis de crescimento; e o longitudinal tangencial, que é perpendicular aos raios e tangencia os anéis de crescimento. Na análise antracológica, aplica-se este mesmo princípio. O carvão deve ser estudado de forma tridimensional, para que a organização celular seja descrita em detalhes, permitindo, assim, a identificação taxonômica do fragmento. Em uma coleção de referência, é importante que existam fragmentos com cada um dos três planos em condições de observação e, portanto, é muito importante que o arqueólogo saiba reconhecê-los e classificá-los. As fotografias a seguir são de um carvão de Hymenaea stilbocarpa, com escala de 100μm (Scheel-Ybert & Solari, 2005).

Sobre elas, é correto afirmar que: