Durante o século XVII, alguns pensadores ainda desenvolviam a noção de que a razão era o único e legítimo instrumento para se chegar a alguma verdade científica. Logo, a base de todo o conhecimento sobre o homem e a natureza estaria na razão humana e não mais nas explicações teológicas e metafísicas. Desses, o autor da famosa frase – “ Penso, logo existo” – em que ao mesmo tempo provoca a dúvida e ressalta a importância da razão para a existência humana, é