Robin Williams (1995), no seu livro “Design para quem não é Designer”, define seis categorias para agrupar o número de tipos disponíveis a partir de suas diferenciações.

Relacione cada estilo (ILUSTRAÇÃO I) à sua característica/ funcionalidade correspondente.
(ILUSTRAÇÃO I: extraída do livro WILLIAMS,
Robin. Design para quem não é Designer,
1995)
I - São fáceis de identificar, ótimas, engraçadas, diferentes, e sempre existe uma fonte para cada capricho que você queira expressar.
II - Baseado na escrita à mão dos escribas, possui um desenho com variações sutis e muito adequado à leitura de grandes extensões de texto corrido, como páginas de livros, por exemplo.
III - Alguns tipos dessa categoria não são aconselhados para longos blocos de texto, ou para seu uso em caixa-alta (todas as letras da palavra em maiúsculas).
IV - Tem serifa, muita variação no seu desenho, assim como uma aparência forte e “mecânica”, resultantes da sofisticação das técnicas de impressão clássicas.
V - Não obteve muito sucesso até o início do século XX e tem quase sempre pouca variação na espessura do seu desenho.
VI - Surgiu com a revolução industrial, juntamente com o conceito da propaganda. O seu desenho facilitava a visualização de textos a distância, em posteres e cartazes, por exemplo.
Marque o conjunto correto de relações correspondentes: