A implementação de políticas públicas de aleitamento tem conseguido aumentar a prevalência da amamentação exclusiva nos últimos anos. Diversos projetos estão em franco andamento no país, como as maternidades Amigas da Criança, a Rede Nacional de Bancos de Leite Humano, a ampliação da licença-maternidade, as leis de regulação da publicidade de alimentos para lactentes, o projeto “Mãe-Canguru” para bebês prematuros, além das Unidades Básicas Amigas da Amamentação.
Sobre o aleitamento materno e seu benefício, é correto afirmar:
Apesar de todas as evidências científicas provando a superioridade da amamentação sobre outras formas de alimentar a criança pequena e dos esforços de diversos organismos nacionais e internacionais, as taxas de aleitamento materno, no Brasil, em especial as de amamentação exclusiva, estão bastante aquém do recomendado, não havendo distinção entre os indicadores observados em todas as regiões do país.