“Para a colonização do Brasil, a ruptura com o movimento humanista foi importante, pois condicionou os quadros mentais do novo país aos estreitos limites da ortodoxia católica, conforme era interpretada pelos autores que tentavam renovar a escolástica na Península Ibérica (a ‘segunda escolástica portuguesa’) e por seus aplicados militantes, os jesuítas. O fenômeno, que também ocorreu na Espanha e suas possessões, teve importantes consequências, afastando essas regiões, até o século XVIII, pelo menos, de correntes cientificas e filosóficas presentes no restante da Europa Ocidental.” (WEHLING, M.J.C.M. Formação do Brasil Colonial. 3ª edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999, p.61).
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Sobre o início da colonização, no Brasil, é incorreto afirmar que: