Discute-se como as interpretações dos acontecimentos pela imprensa podem alterar as interpretações da realidade pelo público e seus consequentes modelos de ação. O autor concluiu que as pessoas agem não baseadas no que realmente está se passando ou que tenha ocorrido, mas naquilo que imaginam ser a situação real conseguida de descrições fornecidas pela imprensa – significados e interpretações que amiúde têm apenas limitada correspondência com o que se passou. Isso pode levar a ações e comportamentos inadequados, tendo apenas escassa relação com a real natureza do “mundo lá de fora”. Essa formulação encontra guarida em: