Homem, 59 anos, portador de cirrose hepática, chega ao pronto atendimento com queixa de aumento do volume abdominal. Nega febre, dor abdominal, alterações do hábito intestinal ou do ritmo de sono. Ao exame, o abdome está ascítico e sem sinais de irritação peritoneal. É, então, submetido a paracentese e a análise do líquido ascítico evidencia 150 PMN/microlitro e proteína de 2 g/dl. Exame radiográfico de rotina de abdome agudo não mostrou pneumoperitônio ou sinais de obstrução intestinal. Aguarda análise microbiológica do líquido ascítico.
Diante do quadro clínico e dos achados laboratoriais preliminares, a conduta terapêutica inicial inclui: