O fato de o trabalho ser externo ao trabalhador, isto é, não pertencer ao seu ser essencial, e de ele, portanto, não se confirmar em seu trabalho, mas se negar, se sentir miserável e infeliz, não desenvolve uma energia física e mental livre, mas mortifica sua carne e arruína sua mente. Portanto o trabalhador se sente ele mesmo apenas quando não está trabalhando (...) sente estar agindo livremente apenas em suas funções animais – comer, beber e procriar (...).
O trecho refere-se
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Professor de Educação Básica II - Sociologia
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