Ao longo da história muitos seres humanos conheceram a sinfonia da incompreensão e a melodia das rejeições. Ninguém os entendia, ninguém os apoiava, ninguém acreditava neles. Aprisionados na terra da solidão, só podiam contar com a força dos seus sonhos e da sua fé. Suportaram avalanches por fora e terremotos por dentro.
Sócrates, Descartes, Hegel, Einstein e tantos outros foram dominados e impulsionados por seus sonhos. Brilharam como pensadores. Seus pensamentos tornaram-se chuva tranquila que irrigou os excelentes campos das ideias. Mas onde estão os pensadores da atualidade?
Centenas de milhões de jovens estão nas escolas em todo o mundo, mas são vítimas de uma educação em crise. Os professores estão se transformando em máquinas de ensinar, e os alunos, em máquinas de aprender.
O futuro da humanidade depende da educação. Os jovens de hoje serão os políticos, os empresários e os profissionais de amanhã. A educação não precisa de consertos, precisa passar por uma revolução.
Nessa revolução, em primeiro lugar, é necessário que os professores sejam valorizados e aliviados. Nunca uma classe tão nobre foi tão desprestigiada profissionalmente. Eles deveriam trabalhar menos e ganhar mais.
[Cury, Augusto. "Nunca desista de seus sonhos", Editora Sextante, RJ 2004, páginas
138 e 139]
"Ninguém os entendia, ninguém os apoiava, ninguém acreditava neles. Aprisionados na terra da solidão, só podiam contar com a força dos seus sonhos e da sua fé. Suportaram avalanches por fora e terremotos por dentro."
Observando as palavras em negrito "Aprisionados" e "Ninguém" é possível afirmar que:
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