Sobre o lúdico no diagnóstico psicopedagógico, assinalar a alternativa INCORRETA:
É no brincar, e somente no brincar, que o indivíduo, criança ou adulto pode ser criativo e utilizar sua personalidade integral.
Ao se abrir um espaço de brincar durante o diagnóstico, já se está possibilitando um movimento na direção da saúde, da cura, pois brincar é “universal e saudável”.
A sessão lúdica diagnóstica distingue-se da terapêutica, porque nessa há limites mais definidos, enquanto na diagnóstica o processo de brincar ocorre espontaneamente.
No diagnóstico, o uso de situações lúdicas é mais uma possibilidade de se compreender, basicamente, o funcionamento dos processos cognitivos e afetivo-sociais em suas interferências mútuas.
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