Atualmente, as técnicas de biologia molecular têm auxiliado muito no diagnóstico e acompanhamento de várias doenças infecciosas. No entanto, em algumas situações, um resultado positivo através dessas ferramentas pode não significar doença ativa ou até mesmo confundir a tomada de decisão terapêutica. Em uma situação de investigação de infecção por M.tubeculosis, em que cenário você, analista clínico, conhecendo as limitações técnicas da reação em cadeia da polimerase (PCR), orientaria a necessidade de novas colheitas para a confirmação do resultado molecular?