A Dislipidemia continua sendo um importante fator de risco para eventos cardiovasculares. Quanto a isso, é correto afirmar que
não há benefício na redução para menos que 100 nos níveis de LDL em pacientes com risco cardiovascular muito alto.
evidências recentes mostraram a pouca influência do colesterol alimentar no aumento do risco cardiovascular, por esse motivo não há valor de corte preconizado para consumo de colesterol. Uma dieta equilibrada com preferência para gorduras insaturadas e monoinsaturadas, fibras, fitoesterois, verduras, frutas e bebidas derivadas da uva é a mais indicada conforme as últimas evidências e diretrizes.
deve-se dosar CPK e transaminases hepáticas rotineiramente em todos os pacientes que usam estatinas, e deve-se descontinuar o tratamento se houver qualquer aumento de CPK ou transaminases, mesmo em pacientes assintomáticos.
os fibratos são utilizados para tratamento de hipertrigliceridemia e devem ser associados a estatinas, quando o TGC atingir 200 ou mais, com intuito de reduzir o risco cardiovascular.
há um entendimento que HDL < 40 em homens e < 50 em mulheres aumentam o risco cardiovascular; portanto, deve-se utilizar ácido nicotínico e resinas de troca, com o intuito de aumentar o nível plasmático dessa lipoproteína.
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