Um paciente com cirrose hepática por ingestão de álcool estava em uso de espironolactona 50 mg/d para controle de ascite. Perdeu seguimento em decorrência da pandemia e, por aumento do volume abdominal, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de diurético, estando atualmente utilizando 200 mg/d de espironolactona. Após uma semana do aumento da dose, apresentou quadro de desconforto torácico e présíncope, sendo levado ao pronto-socorro para avaliação.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Apesar das queixas, o distúrbio hidroeletrolítico não põe em risco a vida do paciente.