Ao finalizar sua apresentação e com base na obra citada (Mantoan, 2015), a palestrante comentou que “Se o que pretendemos é que a escola seja inclusiva, é urgente que seus planos se redefinam para uma educação voltada para a cidadania global, plena, livre de preconceitos e que reconhece e valoriza as diferenças (...) As creches e escolas de educação infantil, dentro de sua atual e reconhecida função de cuidar e educar, não podem mais deixar de receber crianças PNEE [portadores de necessidades educativas especiais], a partir de zero ano (...), oferecendo-lhes cuidados diários que favoreçam sua estimulação precoce, sem prejuízo dos atendimentos clínicos individualizados”. E concluiu, fundamentando-se na mesma obra, que, se tais cuidados não forem realizados no mesmo ambiente, eles devem ser