No Pantanal ninguém pode passar régua. Sobremuito quando chove. A régua é existidura de limite. E o Pantanal não tem limites. [...]. O mundo foi renovado, durante a noite, com as chuvas. Sai o garoto pelo piquete com o olho de descobrir. Choveu tanto que há ruas de águas. Sem placas, sem nome, sem esquinas.
(BARROS, M. de. Gramática Expositiva do Chão – Poesia quase toda. Rio de janeiro, Civilização Brasileira, 1990.)
A leitura do texto permite afirmar que o Pantanal mato-grossense apresenta