“(...) o memorial do lixo pode ser uma instituição de grande valia, não somente para a organização ou desenvolvimento de associações dos catadores e suas lutas por melhores condições de vida, mas também para pensarmos sobre a nossa condição de membros das múltiplas dimensões de uma sociedade que coloca o consumo no patamar de fundamento da existência.” (LOPES, Francisco Régis. A danação do objeto: o museu no ensino de história. Chapecó: Argos, 2004, p. 85.). Sobre as possibilidades de articulação entre memória social e saber histórico, é correto afirmar que: