Segundo Margareth Rago, “(...) se forja uma representação simbólica da mulher, a esposa-mãe-dona-de-casa, afetiva, mas, assexuada, no momento mesmo em que as novas exigências da crescente urbanização e do desenvolvimento comercial e industrial (...) solicitam sua presença no espaço público (...) e exigem sua participação ativa no mundo do trabalho.” (RAGO, Margareth. Do cabaré ao lar: a utopia da cidade disciplinar. Brasil 1830-1930. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997, p. 62). Sobre as mulheres e o processo de urbanização, de acordo com a reflexão da autora, é correto afirmar que: