Mulher, enfermeira de CTI, 39 anos, tabagista de 40 maços-ano, deu entrada em uma emergência com quadro de tosse seca, dor pleurltica e febre baixa (38,5ºC). Ao exame, apresenta: frequência cardíaca de 113bpm, frequência respiratória de 20 irpm em ar ambiente e ausculta pulmonar com estertor crepitante em terço médio do hemitórax direito. Tomografia de tórax com consolidação no lobo superior direito e pequenos focos de consolidações nos lobos superiores e na língula, com discreta lâmina de derrame pleural ispilateral. Laboratório com leucocitose 38.100 (normal até 10.500); 26% de bastões; 54% segmentados, plaqueta 318mil; INR: 1,37; Ureia 24mg/dL; TGO = 26 U/L; TGP = 44U/L; sódio = 129mmol/L; PCR: 17,7mg/dL (normal até 0,5), Acido lático 2, 1mmol/L (normal até 2,0); potássio= 2,0 mmol/L (normal entre 3,5 e 5,5); Creatinina = 0,8mg/dL; Score SOFA = 2. Eletrocardiograma (ECG) com prolongamento de QT (maior que 480ms). Considerando a hipótese de sepse de origem pulmonar, a alteração eletrolítica (potássio = 2,0mmol/L) e no ECG (prolongamento do QT), o antibiótico inicial que deve ser evitado por piorar essa condição eletrocardiográfica é: