Técnica empregada há décadas em vários países, indicada em, praticamente, todas as especialidades odontológicas. Não substitui a anestesia local, mas eleva o limiar de percepção à dor, tornando o paciente ainda consciente, porém mais tranquilo e cooperativo durante o procedimento. Também não substitui a anestesia geral inalatória, a qual deve ser realizada exclusivamente por médico anestesista em ambiente hospitalar. É benéfica para pacientes que apresentam problemas de ordem sistêmica, como os portadores de doença cardiovascular ou de distúrbios convulsivos, entre outras, devido à constante suplementação de oxigênio que a mistura proporciona. Estamos falando de