“Encontrar nossa voz e , especialmente em atos de rebelião crítica e resistência, afastando o medo, continua sendo uma das formas mais poderosas de mudar vidas pelo pensamento e práticas feministas”. Nesta coletânea de ensaios, publicada originalmente em 1989 nos Estados Unidos – e que só agora chega aos leitores brasileiros –, bell hooks articula experiências íntimas teorização feminina para incentivar homens e mulheres explorados, colonizados e oprimidos romper silêncios e encontrar uma voz. A fala e a escuta de si, defende hooks, o movimento em direção posição de sujeitos – com isso, uma transformação significativa acontece tanto para o “eu” quanto para a sociedade.
(Cult, junho de 2019. Adaptado)