Designa-se parada cardiorrespiratória (PCR) a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente em individuo sem moléstia incurável, debilitante, irreversível e crônica. Nesses últimos, a parada cardíaca nada mais é do que a consequência natural da evolução maligna da doença de base e constitui a morte propriamente dita.
Acerca da PCR e da Reanimação Cardiopulmonar (RCP), de acordo com as diretrizes AHA 2018 e as respectivas atualizações, julgue os itens a seguir.
Uma recomendação com evidência forte foi acrescida como atualização em 2017: o uso de corticosteroides na PCR extra-hospitalar. O que deve ser feito é uma combinação de vasopressina 20 UI + adrenalina 1 mg a cada 3 minutos e, no primeiro ciclo, uma dose de metilprednisolona 40 mg. Após retorno à circulação espontânea, o paciente ainda deve ser mantido com hidrocortisona 300 mg/dia por sete dias.