“Faz 40 anos que a saúde pública se preocupa com a sexualidade (...) mas ninguém, utilizando a informação científica disponível, propôs (...) o fomento do lesbianismo como prática sexual mais que segura _ o risco de gravidez entre lésbicas é zero e a única infecção (...) que se transmite (...) pelas relações entre mulheres é a pediculose do púbis.” Evidenciando os limites discursivos da medicina, o recorte acima, de Castiel e Diaz, nos leva a refletir sobre os efeitos, históricos e contingenciais, que as ações das disciplinas têm em nosso presente. Esses efeitos são os seguintes: